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21 julho 2010

Orgulho Gay



Deputados, vereadores e governantes do Brasil e do mundo estão passando por debates em torno do tema "homossexualismo". Nunca uma minoria fez tanto barulho! Dentre os temas abordados estão a união civil de pessoas do mesmo sexo, como no caso da Argentina, que, com sua tradicional mania de grandeza, arrogou ser o primeiro país da América do Sul a aprovar a medida. Que fiquem com o prêmio. Que o Brasil seja o último colocado, se bem que prefiro que ele sem seja ranqueado.


Existe, no entanto, um fator que me chamou a atenção desde o início desse barulho todo. Os homossexuais defendem a fixação de uma data para comemorarem o "Dia do Orgulho Gay", geralmente no dia 28 de junho. Existe um desacordo intransponivelmente antagônico entre o movimento GLBT e o cristianismo bíblico. Este prega a humildade, a misericórdia, a graça e o perdão de Deus (Mt 5.3; 2Co 5.18-20; Ef 2.8,9; Cl 3.13). Prega o amor ao próximo (1Jo 4.7,8). O movimento gay, por sua vez, prega o fenecimento de qualquer imposição do que é certo ou errado. A Bíblia diz: "Ai dos que ao mal chamam bem, e ao bem mal; que põem as trevas por luz, e a luz por trevas, e o amargo por doce, e o doce por amargo!" (Is 5.20). Deus sempre condenou o homossexualismo (Rm 1.27; 1Co 6.9,10). Os gays pregam a aceitação da opção deles sem juízo de valores a qualquer custo. Anunciam que são maltratados, vítimas de violência, mas encobrem fatos como do gay que acompanhava sua amiga em Ceilândia no dia 21 de junho e, quando julgou que já havia muito tempo de espera no Pronto Atendimento, invadiu um dos boxes de atendimento, pegou uma seringa, espetou a própria veia, retirou seu próprio sangue contaminado com vírus HIV, injetou na enfermeira chefe, mordeu outra e chutou mais uma. E é esse tipo de cidadão que necessita de proteção de uma lei especial (PLC 122/2006) que, se aprovada, lhe conferirá superdireitos absolutamente desiguais em relação aos demais cidadãos? Creio que quem precisará de lei anti-heterofobia em pouco tempo somos nós, heterossexuais, enquanto pessoas capazes de atos de violência como aquele sem precedentes em Ceilândia estiverem andando soltas por aí.


Voltemos ao ponto. Se a marca do cristianismo é o amor a Deus e ao próximo, a marca do movimento GLBT é o orgulho. Por isso o "orgulho gay". Faz sentido. A principal marca do reino de Satanás é o orgulho. Quando Paulo escreveu orientações sobre a escolha de presbíteros em 1 Timóteo 3, ele disse: "não seja neófito, para que não se ensoberbeça e incorra na condenação do diabo" (v.6). Não dá para desvincular a soberba do reino de Satanás. Por essa razão, o mundo, que jaz no Maligno (1Jo 5.19), é caracterizado pelo apóstolo João pela "soberba da vida" (1Jo 2.16). Curiosamente, a bíblia também afirma que "a soberba precede a ruína, e a altivez do espírito, a queda" (Pv 16.18). OS efeminados e sodomitas jamais herdarão o reino dos céus, a menos que haja arrependimento e mudança de vida.


Observe o contraste: enquanto o movimento gay promove o dia do seu orgulho, Jesus nunca demonstrou qualquer soberba. Embora atraísse multidões por causa dos milagres que fazia, nunca buscou a auto-promoção. Ele se humilhou com sua encarnação, mesmo sendo Deus eterno. Sua humilhação chegou ao extremo da própria morte. Não uma morte honrosa, mas a maldita e terrível morte de cruz (Fp 2.5-8).


Portanto, diga "não" ao "orgulho isso", "orgulho aquilo". Pense no evangelho de Cristo, que foi construído sobre as sólidas bases da humildade. Não foi à toa que João Calvino, o reformador de Genebra, quando perguntado sobre as três maiores virtudes que um cristão deveria buscar, respondeu: "humildade, humildade e humildade".


Charles Melo de Oliveira

4 comentários:

Ligian 21 de julho de 2010 19:07  

Um dos pontos chaves aqui talvez seja a auto-comiseração... o que é uma incoerência, já que os homossexuais dizem não haver nada de errado com sua opção e que são iguais a todos os outros. Na verdade, com essa reivindicação, mostram o quanto se acham mais do que nós. Mas, não duvido que a lei vá passar e coisas piores ainda venham a acontecer e espero que nós tenhamos força e determinação para permanecer firmes apesar de e acima de tudo. Pra glória de Deus!

Alfredo de Souza 21 de julho de 2010 21:39  

Querido Charles, a questão é muito séria e devemos estar atentos às decisões de Brasília. Que fique claro que o homossexual (pessoa) deve ser alvo do nosso amor, além de ser alguém que pode ser alcançado pela misericórdia de Deus. Mas não dá para ocultar o que as Escrituras falam sobre a homossexualidade (prática). Nesse sentido escrevi uma postagem que reflete sobre isso:

Forte abraço.

Samuel 21 de julho de 2010 23:43  

Querido Charles,

Seu texto está tão bom que eu espero que você não se orgulhe dele :),

Abraço,

Alan Kleber Rocha 22 de julho de 2010 03:42  

Caro Charles,
Parabéns pelo post. Neste sábado estarei falando para a Igreja sobre este assunto. Escolhi o seguinte tema: Homossexualidade: O que a Bíblia diz sobre isso?
O post me ajudou a esclarecer alguns pontos onde uma aplicação simples e objetiva, porém profundamente bíblica se faz necessária quando tratamos deste assunto.
Que Deus o abençõe!

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