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02 maio 2020

CORAÇÃO FIRME EM TEMPOS SOMBRIOS DE PANDEMIA


Iniciamos o mês de maio de 2020, e muito do que havíamos planejado, no início do ano, parece desvanecer ante nossos olhos. As más notícias tomam conta das manchetes de jornais e das rodas de conversa pelo país. E mesmo quando fugimos de as saber, eis que uma “alma generosa” faz questão de nos lembra de tais notícias, enviando-as por mensagem de WhatsApp. Vivemos os tempos sombrios de uma pandemia que grassa em nosso planeta e em nosso Brasil, onde Deus, o Soberano Senhor, desmascara alguns ídolos do nosso coração. Por vezes me vejo traído por meu enganoso coração (Jeremias 17:9) a ficar ansioso e amedrontado. Calma, minha fé em Cristo permanece inabalável (até porquê foi me dada e sustentada por Ele). Mas já me peguei algumas vezes tendo que dizer de maneira áspera a mim: Volta, minha alma, ao teu sossego, pois o SENHOR tem sido generoso para contigo. (Salmos 116:7).

O texto acima, desvela o risco de crer de uma maneira e viver de outra: como se não soubéssemos que o Senhor é generoso para conosco. “É óbvio que o Senhor é generoso, fiel e que cuida de mim!”, diríamos. Então, qual é o motivo de temer por algo que venha a nos acontecer agora ou futuramente? Desde quando estamos iludidos a pensar que temos o controle total de nossa vida? Não temos, nunca tivemos e nunca teremos! O meu “eu” é que me ilude quanto a isso. Por isso mesmo que o salmista exorta a si: “Volta, minha alma, ao teu sossego!” De que adianta se afligir, andar ansioso e se atemorizar? É algo contraproducente (para não dizer o mínimo – na realidade, é pecado mesmo) já que nunca, de fato, a humanidade teve (e nem nunca terá) tudo ao controle de seus dedos.

O autor do Salmo 112:7, afirma sobre os justos: Não se atemoriza de más notícias; o seu coração é firme, confiante no Senhor. Vale uma observação teológica aqui: por “justos”, entenda, são os que foram justificados por Deus, por intermédio da morte vicária Cristo. Para com esses, a quem nasce luz nas trevas (Salmo 112:4a), o Senhor é benigno, misericordioso e justo (Salmo 112:4b). A esses, a exortação do Senhor, por meio de sua Palavra, é clara: Não se atemorize ante às más notícias! Você tem um Deus que já iluminou seus passos. Você não serve a um Senhor que é pego de surpresa e que não sabe onde tudo isso vai acabar. Ele não está às escuras! Ele não em inclinações político-partidárias. Ele é bendito e único Soberano, o Rei dos reis e Senhor dos senhores (1Timóteo 6:15).

Não pense que “o melhor ainda está por vir”: Ele já veio: Cristo! João 1:5, afirma a seu respeito: A luz resplandece nas trevas, e as trevas não prevaleceram contra ela. Direcione sua vida a esse Farol. Não pense que sua vida só estará totalmente segura quando os pesquisadores ou governantes afirmarem: “temos a cura (ou vacina) para a COVID-19!” Sim, você até deve orar por isso, e em favor deles (1 Timóteo 2:1-3), mas diga ao seu coração que esperança não está lá, conforme nos afirma a Palavra: Não confieis em príncipes, nem nos filhos dos homens, em quem não há salvação. (Salmo 146:3). Tempos como esse, que expõem nossa fragilidade e impotência diante da vida, convida e nos exorta a descansar à sombra do Onipotente (Salmo 91.1), e a obedecer: Entrega o teu caminho ao SENHOR, confia nele, e o mais ele fará. […] Descansa no SENHOR e espera nele (Salmos 37:5, 7a).

Senhor, aumenta-nos a fé!!

Heleno Guedes Montenegro Filho


Ouça essa belíssima canção de Edilson Botelho Nogueira:


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11 maio 2016

CUIDADO COM A FUGA DA MÚSICA




"Uma fuga é uma peça de música inteiramente concebida em contraponto, e onde tudo se interliga, direta ou indiretamente, a um motivo inicial denominado sujeito; dessas ligações resulta a unidade da obra; a variedade é obtida por meio das modulações e das diversas combinações em cânone ou em imitação. As vozes parecem, então, se perseguir, ou fugir umas das outras, donde a etimologia da palavra: fuga (de "fugir"). (Lavignac, Albert. La musique et les musiciens. 11a ed. Paris: Delagrave, s.d. p.389)


J.S. Bach (1655 - 1750) foi um dos compositores que se dedicou às fugas. Suas músicas contrapontísticas figuram entre as mais belas artes concebidas pelo homem. Mas esta postagem não tratará das fugas maravilhosas de Bach, mas da fuga como um movimento da música em direção oposta ao músico. Isso é possível? Infelizmente, sim.


Tive o privilégio e a honra de tocar com muitos músicos bons. Aprendi e ainda aprendo muitas técnicas e dicas musicais com eles. De alguns me tornei “tiete”. Entretanto, quando minha mente saudosa recorre às “minhas primeiras notas ao violão”, lembro dos primeiros músicos que admirei e imitei muitas vezes. Sim, que sei de violão não aprendi de professores num curso formal. Mas isso se deu fortuitamente. Entre os meus 11 ou 12 anos de idade, eu não sabia da existência de bons professores em Manaus (infelizmente, não pude ser aluno do lendário Adelson Santos), mesmo assim me esforçava a olhar cada nota, pedir que eles cifrassem cada música (por incrível que pareça para alguns, na época não havia “crifranet” – talvez um grande bem?) e ouvir música de qualidade.


Lembro da admiração que nutria pelos músicos de minha igreja quando eu comecei a dedilhar as cordas de meu violão. Pedi-lhes algumas vezes que me ensinassem não apenas as músicas do cancioneiro da igreja mas também algumas introduções de violão que eu costumava ouvir nos Lps dos Vencedores por Cristo. Como eu fiquei feliz quando toquei a "introdução" de “Você pode ter” e “Presente século”, ambas do Lp “Tanto Amor”! E o que dizer da belíssima introdução de “A Roseira”, do Lp “De vento em Popa”? Muitos deles, pacientemente me ensinavam as posições dos dedos no braço do violão e meu sorriso se estendia à medida em que minha sonoridade se assemelhava à que estava tocando no Lp! Eu me imaginava como o próprio violonista que havia gravando no estúdio.


Infelizmente muitos desses meus heróis estão hoje divorciados da música. Alguns até sob a alegação de que se “aposentaram” porque tocar é coisa para os jovens. Pasmem! Num desses momentos de “aula” com um deles – talvez nesses ensaios de cânticos para o culto de domingo à noite – ouvi um sábio conselho de um deles: “Nunca abandone a música; se o fizer, ela o abandonará!” Infelizmente aquelas palavras se tornaram juízo sobre quem as disse. De fato a música se lançou em fuga para longe dele. E como esse amigo, me vem à memória o nome de muitos outros. Quase posso mencionar o nome deles. Parceiros de tantas cumplicidades musicais. Hoje só me resta lamentar por eles...

Agradeço a Deus pela música. Aliás, meu mano querido Stênio Marcius escreveu uma belíssima canção de gratidão à Deus pela música. Sempre faço dela minha oração. Músico ou cantor, como está o seu relacionamento com a música? Quanto ela está na sua vida? Quanto tempo tem dedicado ela? Que prazer você sente quando, por exemplo, o bojo do seu violão está pulsando em seu peito? De que maneira tem criado intimidade com a música? Não a subestime jamais! Ela sabe o quanto você a ama e o quanto tem se sacrificado por ela. Não permita que a rotina e outros afazeres o apartem da música. Não a abandone para que ela não fuja de você. Se for o caso, reconquiste-a novamente! Mantenha viva a chama do amor musical e agradeça a Deus todos os dias por esse dom!

Heleno Guedes Montenegro Filho

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24 junho 2013

Pastoral Sobre o Momento Crucial do País e a Participação da Igreja


Há algum tempo atrás eu ouvia as notícias matinais no rádio, quando uma, em especial causou meu espanto: o Projeto de Emenda à Constituição nº 37 (PEC-37) que retirava do Ministério Público a tarefa de investigar crimes (inclusive a corrupção) havia sido aprovado pela Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara dos Deputados. Vale ressaltar que José Genoíno, João Paulo Cunha e Paulo Maluf (todos já condenados por corrupção ativa) fazem parte dessa comissão. Então no mesmo dia comentei com minha esposa e perguntei: onde está o povo brasileiro que não sai às ruas para protestar uma calamidade dessas?
Enfim, o gigante acordou. A multidão está nas ruas, desde que o aumento nas tarifas de ônibus foi anunciado nas principais capitais dos estados do país. O aumento foi recuado, mas a multidão permanece nas ruas. Só há uma conclusão a tomar: não era pelos R$ 0,20. O aumento das tarifas foi só a gota d’água. As multidões estão revoltadas com a corrupção, com a má gestão do dinheiro público (a copa do mundo está orçada em R$ 33 bilhões, sendo que as três últimas copas juntas custaram menos que isso). A população percebeu que o mesmo dinheiro que foi investido na construção dos estádios poderia ter sido utilizado na saúde e na educação. Essas coisas eram prioritárias. Portanto, a terceira causa das manifestações é a falta de investimentos em educação e saúde.
Qual deve ser o envolvimento da igreja nessas questões? É lícito ao crente tomar parte em manifestações públicas como estas que estão ocorrendo pelo Brasil?
Os governos civis foram instituídos por Deus para reger manter a ordem e paz nas comunidades civis. Para isto, têm o poder do uso da espada (força), da cobrança de impostos para serviço da sociedade e o poder de legislar em prol do bem comum (Rm 13.1-7). A igreja deve então obedecer e respeitar as autoridades. No entanto, se o Estado exigir coisas contrárias à Palavra de Deus, os cristãos têm a obrigação de não obedecer, porque “antes, importa obedecer a Deus do que aos homens” (At 5.29).
Também a igreja se relaciona com o Estado o âmbito da moralidade. Dessa forma, ela tem a tarefa de se posicionar claramente, como uma voz profética, caso o Estado não cumpra o que é devido e quando ele se desvia do padrão aceitável de moralidade. É o caso da corrupção, do descaso com as necessidades reais dos cidadãos, como saúde, educação e segurança. Quando o Estado pratica a impunidade, a violência é encorajada e o crime tolerado. Os resultados são terríveis.
A Igreja sempre se relacionou com o Estado em obediência devido ao seu temor a Deus, mas em alguns momentos de desonestidade, imoralidade e ditadura da iniquidade, ela se posicionou contrariamente e até lutou. Por exemplo, os huguenotes (calvinistas franceses) guerrearam dez vezes por sua fé na França; os calvinistas holandeses expulsaram com a força das armas os hereges invasores espanhóis; os puritanos ingleses decapitaram um rei por lesa patria – algo inédito na história – além de terem derrotado as tropas do rei (que impuseram a liturgia católica nas igrejas reformadas) no campo de batalha; os puritanos escoceses pegaram em armas para defender a liberdade de culto presbiteriana contra os anglicanos ingleses; e os presbiterianos estiveram na linha de frente da revolução americana, na época das treze colônias.
Eu creio que a igreja deve assumir algumas posições claras nesses tempos de crise. Contra a impunidade, a idolatria, a corrupção (que está ligada ao amor ao dinheiro – idolatria), contra a PEC 37, o PLC 122/2006 (que impõe superdireitos aos homossexuais) e a falta de investimentos em saúde, educação e segurança. Deve, no entanto, fazer isto com moderação e sobriedade, sem jamais apoiar o vandalismo e a violência. Deve também evitar achincalhar as autoridades civis, o que seria uma clara desobediência ao mandamento de Deus. Eu creio que Deus pode usar nosso patriotismo como uma causa secundária de sua providência para o bem de nossa nação. Mas não nos esqueçamos também de que as nossas armas são diferentes. Ouçamos as palavras de Paulo: “Antes de tudo, pois, exorto que se use a prática de súplicas, orações, intercessões, ações de graças, em favor de todos os homens, em favor dos reis e de todos os que se acham investidos de autoridade, para que vivamos vida tranquila e mansa, com toda piedade e respeito. Isto é bom e aceitável diante de Deus, nosso Salvador” (1Tm 2.1-3; cf. 1Pe 2.11-17). Vamos trabalhar, orar e jejuar: “Procurai a paz da cidade para onde vos desterrei e orai por ela ao Senhor; porque na sua paz vós tereis paz” (Jr 29.7).
Que Deus abençoe a nossa nação!

Pr. Charles

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24 maio 2013

Música para Crianças


Ensina a criança no caminho em que deve andar, e, ainda quando for velho, não se desviará dele. Provérbios 22:6
Heleno Guedes Montenegro Filho

Meu objetivo nesta primeira postagem sob esse título é dar algumas dicas e opções de boa música que possam servir de apoio aos pais na educação teológica e também musical de seus filhos.

No que se refere à preferência musical de maneira geral, os critérios dourados permanecem os mesmos: Fp. 4.8: Finalmente, irmãos, tudo o que é verdadeiro, tudo o que é respeitável, tudo o que é justo, tudo o que é puro, tudo o que é amável, tudo o que é de boa fama, se alguma virtude há e se algum louvor existe, seja isso o que ocupe o vosso pensamento. Digo isto com um alerta inicial: há músicas para criança no mercado “gospel” que não é adequada por não ter qualidade musical, bíblica e teológica. Abordarei mais sobre isto em outras postagens.

Por hora, quero iniciar destacando o excelente trabalho do projeto “Crianças Diante do Trono”, cujo primeiro produto foi lançado em 2002 com o mesmo título do projeto. Em 2003 foi lançado “Amigos de Deus”, 2004 “Quem é Jesus”, 2005 “Vamos compartilhar”, 2006 “A arca de Noé”, 2007 “Samuel” e mais recente, em 2012, “Davi”, todos lançados tanto em CD como em DVD. Naturalmente que os pais devem estar atentos à norma dourada que estabelece critérios para a avaliação de cada um desses trabalhos. No geral eu me arrisco a dizer que possuem bom conteúdo bíblico e aplicativo.

 “Davi”, a produção mais recente, é um excelente material sob vários aspectos: 1. Beleza das melodias; 2. Conteúdo bíblico; 3. Conteúdo teológico – destaco a clareza com que foi demonstrada a importante ligação de Davi com Jesus, falando deste como o “ta-ta-ta-ta-ta-raneto” do rei Davi; 4. Conteúdo aplicativo – quando Deus utiliza Davi, a partir das ferramentas que ele possui, para derrotar Golias e que desde pequeno o Senhor o estava preparando para ser um grande rei, através de experiências como a de matar um urso e um leão, frequentar o palácio de Saul etc; 5. Excelentes arranjos – possibilitando às crianças um contato com vários estilos musicais, principalmente brasileiros! Destaco alguns como exemplo:

1. “Marchinha” – um ritmo tipicamente brasileiro, usado na música “A Bíblia é a Palavra de Deus”:



2. “Forró” – outro ritmo brasileiro, utilizado na música com que tem uma pitada de humor: “Quem será o novo rei?”:



3. “Jazz” – Estilo refinado internacionalmente conhecido, presente na canção: “O seu dia vai chegar”:



Nas próximas postagens minhas estarei abordando um pouco mais sobre esse tema e indicando outras boas opções para pais e educadores de pequeninos.

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08 março 2013

“Eu não quero morrer. Por favor, não me deixe morrer.”



Estas foram as últimas palavras do presidente da Venezuela, Hugo Chavez, segundo o chefe da Guarda Presidencial, general José Ornella. Nelas estão expressas a angústia de quem gostaria de permanecer vivo (e lutou bravamente por isto) e a realidade da impotência de domínio sobre o tempo de vida e o momento da morte. Não. Não se trata de uma crítica. Suas palavras nos ajudam a refletir um pouco sobre o que é capaz de atormentar o homem e sobre onde encontrar a cura definitiva para essa aflição.
Ao falar sobre a ansiedade e o tempo que gastamos por preservar a sua vida, Jesus Cristo afirmou em Mateus 6.27 – Qual de vós, por ansioso que esteja, pode acrescentar um côvado ao curso da sua vida? Isto é: não há como você aumentar o tempo de sua vida, por mais que deseje e possa até pagar por isto! O caminho pelo qual todos terão que passar é pela morte (a não ser os que estiverem vivos na segunda vinda de Cristo – 1 Coríntios 15:52).
A morte é tão dolorosa para os que ficam que Jesus, em seu estado de humilhação, chorou por seu amigo Lázaro (João 11:35). Mas naquele episódio de morte Jesus discorreu sobre a vida: João 11:25-26 –  Disse-lhe Jesus: Eu sou a ressurreição e a vida. Quem crê em mim, ainda que morra, viverá; e todo o que vive e crê em mim não morrerá, eternamente. Crês isto? A ressurreição de Lázaro anunciou que aqueles que estão em Cristo não encontrarão a morte apenas e o fim da existência, mas a continuidade da vida!
Não gostamos de refletir sobre a morte. “Isto pode trazer mal agouro”, diriam alguns. Somos ensinados e treinados a viver intensamente como se fôssemos eternos em nossa existência. Mas basta uma leve suspeita de enfermidade para percebermos quão frágil é a existência do nosso ser. Por isto devemos viver e usufruir da vida que Deus nos dá (Eclesiastes 9:9-10 – Goza a vida com a mulher que amas, todos os dias de tua vida fugaz, os quais Deus te deu debaixo do sol; porque esta é a tua porção nesta vida pelo trabalho com que te afadigaste debaixo do sol.  10 Tudo quanto te vier à mão para fazer, faze-o conforme as tuas forças, porque no além, para onde tu vais, não há obra, nem projetos, nem conhecimento, nem sabedoria alguma.), sem esquecer dessa realidade: Eclesiastes 9:12 – Pois o homem não sabe a sua hora. Como os peixes que se apanham com a rede traiçoeira e como os passarinhos que se prendem com o laço, assim se enredam também os filhos dos homens no tempo da calamidade, quando cai de repente sobre eles. Por mais perfeitos que sejam nossos planos e projetos de vida, não temos controle absoluto sobre eles.
Enquanto escrevo esta reflexão, minha cidade de Boa Vista (RR) encontra-se enlutada pela morte de um comunicador, publicitário e jornalista reconhecido pela seriedade com que exerceu a sua profissão. Wilson Barros, o “tio Wilson”, faleceu aos 47 anos vítima de um enfarto fulminante. E o pensamento se vai: um trabalhador honesto, pai de família, jovem... Mas a “calamidade” lhe caiu repentinamente, conforme Eclesiastes 9.12. Aos familiares, amigos e companheiros de trabalho, nossos sinceros sentimentos de pesar e que encontrem no Deus bendito o consolo por meio do seu Espírito Santo.
Não sabemos quando e não sabemos como a morte nos alcançará, mas de uma coisa podemos saber com certeza: João 5:24 – Em verdade, em verdade vos digo: quem ouve a minha palavra e crê naquele que me enviou tem a vida eterna, não entra em juízo, mas passou da morte para a vida. Quem está com a sua vida ancorada em Deus, reconhece o sacrifício de Cristo na cruz e está disposto a seguir seus passos encontrará o consolo que começa aqui e que se perpetuará:

Apocalipse 21:3-7
3 Então, ouvi grande voz vinda do trono, dizendo:
Eis o tabernáculo de Deus com os homens. Deus habitará com eles.
Eles serão povos de Deus, e Deus mesmo estará com eles.
4 E LHES ENXUGARÁ DOS OLHOS TODA LÁGRIMA, E A MORTE JÁ NÃO EXISTIRÁ, JÁ NÃO HAVERÁ LUTO, NEM PRANTO, NEM DOR, PORQUE AS PRIMEIRAS COISAS PASSARAM.
5 E aquele que está assentado no trono disse: Eis que faço novas todas as coisas. E acrescentou: Escreve, porque estas palavras são fiéis e verdadeiras.
6 Disse-me ainda: Tudo está feito. Eu sou o Alfa e o Ômega, o Princípio e o Fim. Eu, a quem tem sede, darei de graça da fonte da água da vida.

7 O vencedor herdará estas coisas, e eu lhe serei Deus, e ele me será filho.

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